Palermo vence o Milan, apesar de boa atuação de Ronaldinho Gaúcho




Ronaldinho Gaúcho teve uma atuação digna de Ronaldinho Gaúcho. Mas isso não foi suficiente para o Milan vencer o Palermo no San Siro. Os visitantes tiveram as melhores chances e, quando se cansaram de desperdiçá-las, venceram por 2 a 0 - gols de Miccoli e Bresciano.

Com a derrota, o vice-líder rossonero fica nos 31 pontos e deixa a Inter de Milão reabrir vantagem na primeira colocação, apesar de ter apenas empatado. A diferença aumenta para 5 pontos. Na próxima rodada, o Milan visita a Fiorentina. O Palermo recebe o Siena.

No início da partida, Cavani teve a primeira chance, sucedida por outras três chegadas perigosas que ameaçaram o gol de Dida. A pressão durou até os 10 minutos, quando Ronaldinho Gaúcho 'entrou' no jogo. O brasileiro começou a aparecer na ponta-esquerda e, embora seus cruzamentos preocupassem os adversários, os atacantes não apareciam para converter. Sem Pato, barrado de última hora, coube a Borriello e a Abate tentar transformar em gols as chances criadas por Ronaldinho. A mais bonita delas (que superou até lindo passe para Seedorf) foi uma bola enfiada para Borriello. A finalização lascou um pedaço da trave.

A segunda etapa começou um repeteco do primeiro tempo. Mas a história mudou aos 3 minutos, quando o time rosa se cansou de perder chances. Miccoli tirou de Zambrotta com uma finta de corpo e de Dida com uma finalização precisa: 1 a 0 para os visitantes. De imediato, Leonardo colocou Pato no lugar de Abate.

O panorama do jogo não mudou muito. A posse de bola continuou majoritariamente com o rubro-negro, mas os contra-ataques adversários se tornaram mais frequentes. Num deles, o autor do primeiro gol fez excelente jogada, deixou Antonini na saudade, cruzou e a bola sobrou para Bresciano fazer. E fez: 2 a 0.

A marcação dos visitantes aumentou e Ronaldinho ficou cercado por três. Inzaghi entrou para tentar diiminuir e quase conseguiu em cabeçada após cruzamento da esquerda. Novamente o italiano tentou. Recebeu bola na direita, driblou o zagueiro, mas o chute que tinha endereço certo parou na zaga.

Mas a maior chance ficou para Pato. Aos 47, a bola sobrou para ele, livre, na pequena área. Ele pegou mal e o goleiro defendeu.

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